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Leptospirose – Sintomas, Tratamento, Prevenção


Leptospirose – Informações sobre a doença

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Entre as inúmeras doenças que atingem as pessoas, está a leptospirose, uma doença que, apesar de aparentemente simples, pode até levar a morte do paciente.

Esse artigo é dedicado, em especial, para o conhecimento da doença, explicando como ela funciona, mostrando seus sintomas, seu tratamento e ensinando como prevenir-se dela.

O que é leptospirose: A leptospirose (podendo ser chamada também de Mal de Adolf Weil, ou Síndrome de Weil, na forma mais grave da doença) é uma enfermidade causada por uma bactéria pertencente ao gênero Leptospira, que é transmitida para os seres humanos através de diferentes espécies animais, como roedores, suínos, caninos ou bovinos.

A leptospirose é transmitida pelo contato direto com a urina dos animais que estão infectados com a bactéria ou pela exposição à água contaminada. Essa água entra em contato com o organismo através de mucosas ou ferimentos e vai para a corrente sanguínea.

Sintomas da Leptospirose: Alguns dos sintomas são: a febre alta, o mal-estar, dor muscular (principalmente na panturrilha), olhos vermelhos, dor de cabeça, dor no tórax, tosse, cansaço, diarréias, náuseas e meningite, entre outros. Em sua forma mais grave, alguns dos sintomas são: complicações renais, icterícia, hemorragia e coma.

Tratamento da Leptospirose: O tratamento deve ser iniciado cedo, pois, quanto mais cedo for efetuado, menores serão as chances de a doença evoluir para um quadro mais grave. O doente com leptospirose é tratado com devidos cuidados com a hidratação, com o uso de antibióticos e remédios que aliviem os sintomas.

Vale lembrar que devem ser evitados medicamentos que contém ácido acetilsalicílico.

Prevenção da Leptospirose: Os principais transmissores da doença no Brasil são os ratos de rua. O risco de contraí-la aumenta quando ocorrem enchentes, pelo fato de os indivíduos terem um contato mais fácil com a água contaminada.

Entre as medidas preventivas, estão: lavar bem os alimentos (principalmente os que são consumidos crus), prestar atenção às medidas básicas da higiene, ferver ou tratar a água com produtos específicos antes de cozinhar ou beber, sempre tampar as caixas d’água, usar luvas e botas de borracha em locais propícios ao armazenamento da bactéria.

E, o mais importante de tudo: Nunca se automedicar. Médicos são especialistas e devem ser consultados.

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